Café e aconchego


Há pouco mais de quatro meses eu disse aqui nesse mesmo blog que voltaria a postar, mas não foi bem o que aconteceu. Demorei bem uns dois ou três meses para sentar e decidir produzir conteúdo. Quando isso finalmente rolou, eu percebi que já não sabia ser blogueirinha, nem mexer no blogger, que é a plataforma que eu uso faz 8 anos, eu sabia mais. E, sinceramente? Foi frustrante demais. Deu vontade de largar pra lá de vez, focar nos meus milhões de projetos, mas não deu.

Mais um dia internacional da Mulher! E dai?



Todo dia é dia de analisar a situação da mulher na sociedade, ver a evolução, os retrocessos e buscar mudanças. Ocorre que o dia oito de março é aquela data, internacionalmente reconhecida, em que todos, em geral, estão voltados, de fato, para a causa feminina.

Getting back

Ilustração que euzinha fiz no Photoshop (meu insta de desenhos é @_martinesa)
Não tenho a menor ideia de quantas vezes  eu abri a página do blogger e disse: vou voltar a escrever no blog ou então já está na hora de escrever alguma coisa. Claramente em nenhuma dessas vezes nada saiu, mas hoje vai sair. Esse post vai ser bagunçado, provavelmente confuso (sorry), mas pelo menos ele vai sair.

Experimenta se amar!


Hoje eu posso afirmar com segurança que uma das maiores conquistas da minha vida foi a autoestima. Digo isso porque eu já estive do outro lado (sem amor próprio) e reconheço a diferença. Ter todo esse amor pela pessoa que sou e por tudo aquilo que faço faz com que eu sempre priorize o meu bem estar e fuja de situações que possam me causar algum mal.

Representatividade para crianças negras!




Hoje seria mais um dia normal até que eu entrei no instagram e vi imagens da Monalysa Alcântara, a nova Miss Brasil negra. Fiquei olhando pra ela e lembrando da minha infância; das muitas vezes em que folhei revistas procurando mulheres que se parecessem comigo e tivessem traços semelhante aos meus, o que raramente encontrei. Lembrei do meu cabelo crespo que por muitos anos odiei até que aprendesse de fato a amá-lo e também das muitas crises que tive em frente ao espelho. Depois pensei nas futuras gerações de crianças que terão a oportunidade de ter essa jovem como referência positiva em que se espelhar e aquilo me deixou imensamente feliz...